Que força é essa que nasce da barbárie na que nos estão a submeter, essa força que ainda contemos e que não lhe damos saida? Quanto mas terá que acontecer?
As nossas ruas tinguem-se de abusos da oligarquia financeira, dos banqueiros e governantes que roubam os nossos empregos, as nossas moradas, os nossos direitos. Em quanto isso, as ruas estão cheias de individualismo. É hora...
Laura Bugalho (editado em www.galizalivre.org)
Começar reconhecendo o agradecemento sincero pelas referências, por aquelas vivéncias que nos foram deconstruindo e construindo, pelas entidades nas que pulamos, antes e agora, por um e umas mudanças em parte conseguidos e em parte utopizadas, pelas pessoas que de modo vital fôrom-nos habitando com a sua apredizagem coletivizada, com seu ativismo insurgente e com suas vozes insubmissas...